Projeto Capelania Escolar

Projeto Capelania Escolar – É um projeto de apoio espiritual, centrado nos princípios da Bíblia, comprometida com a formação integral do ser humano no resgate dos valores construtivos: Amor a Deus e ao próximo .

“Jesus olhou para eles e respondeu: Para o homem é impossível, mas para Deus não; todas as coisas são possíveis para Deus. (Marcos 10:27)

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“Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei…”

“Então, me invocareis, passareis a orar a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.” Jeremias 29.12-13

Pensamento: Quando cremos e invocamos a Jesus, Ele nos ouve, atende nossos pedidos, perdoa nossos pecados, nos recebe como filhos, nos dá a vida eterna.Contudo, quando cremos e buscamos ao Senhor com todo nosso coração, a experiência é outra !!! Ao nos entregar totalmente pela fé, temos um encontro real com Ele, passamos a ter intimidade com o Pai, intimidade que transforma nossa vida, restaura as feridas, traz luz onde havia escuridão, e alegria no lugar de tristeza. Se você ainda não foi impactado pelo amor de Deus, entregue-se totalmente a Ele, busque-o com todo seu coração, deseje ter intimidade com o Pai, e certamente sua vida será cheia da graça e do amor de Deus.

Oração: Pai querido eu agradeço pois o Senhor revela através da Sua palavra, que deseja ter uma vida de intimidade comigo. Mesmo eu sendo pecador, sendo desobediente, e não merecendo, mesmo assim o Senhor me ama, e provou o Seu amor na cruz. Eu quero me entregar totalmente e buscar ao Senhor com todo meu coração, para ser cheio do Seu amor e da Sua graça a cada dia mais. Eu oro em nome de Jesus. Amém!

Rev. Darlon Guimarães

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JESUS, O CORDEIRO DE DEUS

JESUS, O CORDEIRO DE DEUS

 “No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”
Jo 1.29

 O cordeiro era um animal destinado ao sacrifício. Tinha de ser sem defeito, pois era um tipo de Cristo, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. Jesus é o cordeiro suficiente para uma pessoa (Gn 22.8), para uma família (Ex 12.3), para uma nação (Is 53.7) e para o mundo inteiro (Jo 1.29). No texto em apreço, três verdades são ressaltadas.

Primeira, a realidade do pecado. O pecado entrou no mundo e com ele a morte e a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. O pecado é maligníssimo. É pior do que a doença e do que a própria morte. Jesus veio para morrer pelos nossos pecados, pois sem derramamento de sangue não há remissão de pecados. Segunda, a extensão do pecado. O pecado entrou no mundo por um homem. Todos pecaram e carecem da glória de Deus. Não há sequer um justo. Não há sequer um ser humano, por mais piedoso, que não tenha sido atingido pelo pecado. Todos os filhos de Deus, de todos os lugares, em todos os tempos, nasceram em pecado e estão manchados pelo pecado.

 Terceira, a solução para o pecado. Somente Jesus, o Cordeiro de Deus, tem poder para tirar o pecado. O pecado é removido e apagado pelo sangue de Jesus. O seu sangue nos liberta e nos limpa de todo o pecado. Em Jesus, o Cordeiro de Deus, temos completa e perfeita redenção.

 Referência para leitura: João 1.29-31

Rev. Darlon Guimarães

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JESUS, O CRIADOR DO UNIVERSO

JESUS, O CRIADOR DO UNIVERSO

 “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez”
Jo 1.3

 O universo vasto e insondável não veio à existência por geração espontânea. Não é produto de uma explosão cósmica nem é resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos. 
O universo foi criado e isso a ciência prova. Pela fé, porém, entendemos que o universo foi criado por Deus. O universo é assaz complexo. Tanto o macrocosmo como o microcosmo refletem a glória de Deus. Os astrônomos afirmam que o universo tem mais de noventa e três bilhões de anos-luz de diâmetro.

 Se voássemos à velocidade da luz, cerca de trezentos mil quilômetros por segundo, demoraríamos mais de noventa e três bilhões de anos para irmos de uma extremidade à outra do universo. Marshall Nirenberg, prêmio Nobel de Biologia, fez uma das mais fantásticas descobertas no século vinte. Descobriu que nós somos um ser programado geneticamente e que temos cerca de sessenta trilhões de células vivas em nosso corpo, tendo em cada uma delas um metro e setenta centímetros de fita DNA, onde estão gravados todos os nossos dados genéticos: a cor dos nossos olhos, a cor da nossa pele e o nosso temperamento.

 Se espichássemos essa fita DNA do nosso corpo teríamos cento e dois trilhões de metros. Tudo isso não surgiu espontaneamente, mas foi criado por Deus. Jesus, o Verbo de Deus, é o criador de todas as coisas!

 Referência para leitura: Hebreus 1.1-4

Rev. Darlon Guimarães

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JESUS, A NOSSA PAZ

JESUS, A NOSSA PAZ

“Porque ele [Jesus] é a nossa paz…”
Ef 2.14

O homem é um ser em conflito com Deus, com o próximo, consigo mesmo e com a natureza. O homem é uma guerra civil ambulante. As guerras procedem do coração do homem. 
O homem não é produto do meio; o meio é produto do homem. As guerras sangrentas e desumanas são uma radiografia da malignidade do coração humano. No século passado, do topo do otimismo humanista, o mundo foi sacudido por duas sangrentas guerras mundiais. Na primeira, mais de trinta milhões de pessoas foram mortas. Na segunda, mais de sessenta milhões foram exterminadas.

Ainda hoje o mundo está em incessante conflito. Nações contra nações, reinos contra reinos. A única condição de o homem ter paz com Deus é por meio de Jesus. A única possibilidade de o homem ter paz com o próximo e consigo mesmo é por meio de Jesus. Ele nos deixou a paz, paz que o mundo não conhece, não pode dar nem tirar. O homem não conhece a paz a não ser em Jesus. Ele é a nossa paz. Ele veio para nos dar paz.

Paz com Deus pela reconciliação mediante seu sangue e paz interior por meio do poder do seu Espírito. Paz com Deus e paz de Deus são o resultado de termos Jesus reinando em nosso coração como o Príncipe da paz. Você já se rendeu a Jesus? Você tem experimentado essa paz que excede todo o entendimento?

Referência para leitura: Efésios 2.11-22

Rev. Darlon Guimarães

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A IMPORTÂNCIA DO AMOR AO PRÓXIMO

A IMPORTÂNCIA DO AMOR AO PRÓXIMO

“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles…”
Mt 7.12

Quem afirma amar a Deus e odeia o seu próximo é mentiroso. Quem ensina que se deve fazer o bem e se omite diante das necessidades daqueles que ao seu lado sofrem privações, é hipócrita. Quem só se preocupa em exigir dos outros atenção, cuidado e respeito é egoísta. Mentira, hipocrisia e egoísmo são atitudes que não devem fazer parte da vida de um cristão.

Os discípulos de Jesus Cristo são desafiados e capacitados à prática do amor para com seu semelhante, “porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. A instrução fornecida por nosso Salvador para reger os relacionamentos interpessoais é muito simples e de extrema praticidade. Ele, de maneira explícita, afirmou que todo bem que se almeja receber deve ser praticado. Portanto, dispensar o mais cordial e respeitoso tratamento indistintamente é tão somente o básico.

Amar quando se é amado e respeitar quando se é respeitado não é algo difícil de se realizar. Até mesmo ateus e pagãos procedem assim. Os cristãos devem exercer o amor para com o próximo, independentemente de gênero, faixa etária, convicções políticas, crenças religiosas e situação econômica. Devem amar mesmo aqueles que obstinadamente procuram lhe fazer o mal.

Referência para leitura: Mateus 7.12

Rev. Darlon Guimarães

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SOBRE A ROCHA

 SOBRE A ROCHA

 “Todo que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha.”
Mt 7.24

O alicerce de uma obra é certamente a parte mais importante. Embora oculto dos olhos e desprovido de beleza estética é o fundamento que sustenta e oferece estabilidade ao que for erigido sobre ele. Não se pode economizar no seu estabelecimento. Os materiais necessariamente devem possuir qualidade inquestionável.

No texto em análise, o Salvador mais uma vez faz uso da metáfora para ensinar aos seus ouvintes. Ele compara a vida cotidiana a uma edificação que, para subsistir aos embates, lutas e dificuldades, necessita de um alicerce resistente e deixa claro que a responsabilidade por tão importante parte da obra é exclusivamente do edificador. Qual tem sido o alicerce de sua vida? Fama, sucesso, dinheiro, poder, prazer? Ele pode suportar os terremotos e tempestades e garantir que o que foi construído até agora permanecerá de pé? Certamente que não.

Para que sua vida não venha a desmoronar como um castelo de cartas é necessário que ela esteja edificada na Palavra de Deus. O construtor prudente e responsável é descrito no texto como aquele que ouve a Cristo e pratica os seus ensinamentos. Muitas pessoas já arruinaram sua vida e a de seus familiares por negligenciarem tão importante alerta. Não seja você mais um a compor esta dolorosa estatística.

                                                                                                                     Referência para leitura: Mateus 7.24,25

Rev. Darlon Guimarães

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PERSEGUIDOS POR FAZER O CERTO

PERSEGUIDOS POR FAZER O CERTO

 “Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” 
Mt 5.10

 Em nossa nação temos a garantia do livre exercício das convicções religiosas, desde que respeitada a Constituição Federal. Os evangélicos representam na atualidade uma porção considerável da população, ocupam os mais diversos cargos públicos e, com frequência, líderes são homenageados e denominações reconhecidas por seus relevantes serviços.

 Embora no momento o quadro seja de relativa tranquilidade, não foi sempre assim. Os pioneiros e seus sucessores imediatos pagaram um preço muito alto por sua fidelidade a Cristo e ousadia em anunciar o evangelho da graça de Deus em nosso País. Em 1558 os corpos de três cristãos reformados, executados cruelmente por seguirem a Cristo, foram lançados nas águas da Baía da Guanabara. No século 19, não poucos foram presos, apedrejados, injuriados e os locais de culto atacados.

 A última bem-aventurança pronunciada por Jesus exalta o sofrimento, o ultraje e a dor vivenciados por seus seguidores por causa da justiça e da fidelidade a ele. Quanto mais fiéis ao Mestre forem os discípulos, mais perseguidos serão pelo mundo. Ao serem atacados, não devem os servos de Deus se portarem com autopiedade ou cogitar vingança, antes, regozijar-se e exultar. Aos seus, Jesus prometeu: “Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida”.

 Referência para leitura: Mateus 5.10-12

Rev. Darlon Guimarães

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NOSSA FÉ E ESPERANÇA NELE

NOSSA FÉ E ESPERANÇA NELE

“E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dos mortos, e lhe 
deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus” 
1Pe 1.21

Somos viajantes neste mundo, nada mais. Não pertencemos ao mundo de pecado, rebeldia e egoísmo, mas ao céu e a Deus, nosso verdadeiro Pai. O versículo 18 reitera essa verdade e assevera que ele nos redimiu e nos resgatou da nossa vã maneira de viver que nos conduzia a um destino cruel. Ele nos salvou de uma existência inútil para nos fazer cidadãos do céu. Portanto, nossa fé e esperança estão nele.

Deus mesmo é a base firme de confiança e esperança do cristão. Os filhos de Deus atribulados precisam de esperança. Não podem senti-la nem ter otimismo, a menos que confiem na única pessoa que é imutável e fiel. Nós confiamos em Deus porque Jesus nos salvou por sua morte na cruz. Como consequência, ele nos resgatou do pecado e da vida inútil que levávamos. Tudo isto é seguro e comprovado. Por isso devemos viver a nossa vida em santidade a cada dia, vivendo para agradar a nosso Pai Celestial.

Por fim, estamos seguindo em direção à nossa casa que nos espera no céu. Nesse caminho nos deparamos com a dificuldade, com a dor e o pranto e com o brilho do mundo que tenta nos seduzir, mas, se a nossa fé e esperança estiverem firmes em Deus, seguiremos a viagem desfrutando das bênçãos sem igual do nosso amado Pai.

                                                                                                                          Referência para leitura: 1 Pedro 1

Rev. Darlon Guimarães

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